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Histórico

 

A Diocese de Cachoeiro de Itapemirim foi criada em 16 de fevereiro de 1958, pela Bula “Cum Territorium”, do Papa Pio XII, desmembrada da então Diocese do Espírito Santo, hoje Arquidiocese de Vitória.

 

Situada ao sul do Espírito Santo, pertence à Província Eclesiástica de Vitória do Espírito Santo e ao Regional Leste II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

 

A extensão territorial da Diocese continua sendo a mesma de 1958, mas o número de Municípios e Paróquias aumentou. Hoje, sua área geográfica abrange 27 municípios do Sul do Estado do Espírito Santo, que juntos totalizam 43 paróquias, 1.040 comunidades e cerca de 450 mil fieis, além de importantes instrumentos de Evangelização e compromisso com as Pastorais, Círculos Bíblicos, Movimentos e Ministérios, Escolas de Teologia e Diaconato Permanente e dois seminários para formação de Presbíteros (Bom Pastor e São João Maria Vianney).

 

O primeiro bispo diocesano a pastorear a diocese de Cachoeiro de Itapemirim foi Dom Luiz Gonzaga Peluso, que tomou posse no dia 29 de novembro de 1959, quase 2 anos após a criação da Diocese.

 

Seu trabalho mais importante foi dar forma à Diocese recém criada, o que foi um grande desafio, pois tratava-se de uma região em desenvolvimento, com poucos sacerdotes e uma zona rural de difícil acesso, configurando o pastoreio da Diocese em um verdadeiro ato de heroísmo e pioneirismo, tanto do Bispo diocesano como também dos primeiros Presbíteros.

 

Com as dificuldades do seu tempo, Dom Luiz enviou jovens candidatos ao sacerdócio para os seminários Santo Antônio de Juiz de Fora (MG) e Bom Jesus de Aparecida do Norte (SP). Destes dois seminários foi formada a base presbiteral que ajudou na formação do rosto da Igreja Diocesana, marcando sua identidade e seu jeito de ser – o número de Padres Diocesanos cresceu substancialmente e hoje a Diocese já tem seu clero próprio, o que representa uma grande conquista. Nestes tempos foram dados os primeiros passos da aplicação do Concílio Vaticano II: buscou-se uma boa pastoral vocacional, introduziu-se o Ministério do Diaconato Permanente, como força renovadora da Igreja, e iniciou-se a catequese renovada.

 

Obtiveram também grande destaque na Diocese as Associações Religiosas e os Movimentos que ajudaram na formação de novos apóstolos e manutenção da fé.

 

A Diocese cresceu de forma rápida, nos primeiros 25 anos de Igreja particular seu rosto já estava formado, fruto do esforço do saudoso Dom Luis Gonzaga Peluso, e de todos os Presbíteros pioneiros que deram suas vidas para que a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim formasse sua identidade como Igreja particular.

 

Em 03 de dezembro de 1985 foi eleito o segundo bispo diocesano de Cachoeiro de Itapemirim, Dom Luiz Mancilha Vilela, sscc, terminando assim o primeiro período vacante da diocese.

 

Com uma sede de renovação e de trabalho de conjunto, aliada a uma vontade grande de pôr em prática os ensinamentos do Concílio Vaticano II, e, dentro deste aspecto, todas as orientações da CNBB, Dom Luiz chegou à Cachoeiro, sendo logo acolhido com carinho e fé, pelo clero e o povo.

 

Dom Luiz iniciou imediatamente um novo projeto de organização diocesana, valorizando sempre a comunhão e a participação dos Presbíteros. Começou a priorizar as ações das pastorais, com o objetivo de formar uma Pastoral de Conjunto Orgânica. A difusão das CEB’s teve início imediato. Deu-se também melhor acompanhamento a Renovação Carismática Católica e às Associações, que aos poucos encontraram lugar importante nesse impulso renovador de evangelização.

 

Conselhos de vários níveis formaram a estrutura de planejamento e Ação Pastoral da Diocese, que culminaram com a realização de uma Assembléia Diocesana. A Igreja Diocesana de Cachoeiro de Itapemirim, reunida, avaliando sua caminhada e querendo Evangelizar com renovado ardor missionário, declara e assume como sua opção fundamental “Ser Igreja de Comunhão e Participação Testemunhando Jesus Cristo à luz da Evangélica Opção Preferencial pelos pobres, colaborando na construção de uma sociedade justa e solidária, tendo como base estrutural da organização Pastoral as Comunidade Eclesiais de Bases (CEB’s): lugar privilegiado de comunhão, Participação, Vivência da fé do povo”.

 

As paróquias foram agrupadas em Regionais, (8 atualmente) com regiões pastorais funcionando como instrumento de comunhão e participação, uma proposta de articulação segundo as realidades pastorais e geográficas mais próximas. Está experiência se ampliou com maior participação dos fiéis leigos e religiosos, as pastorais se organizaram e realizaram cursos de formação em todos os níveis. Foi elaborado um diretório Diocesano, como prática de um processo dinâmico, em que nos encontramos como Igreja que se renova e caminha.

 

Entre as décadas de 1980 e 1990 a diocese passou a investir também na comunicação, com o Jornal O Diocesano (1986) e a Rádio Diocesana (1990), além do próprio provedor de internet (DCI), site oficial, a Livraria Diocesana e vários subsídios como: Celebrando, O Refletindo e outros informativos que ajudam na formação do Leigo.

 

Em 2003, mais precisamente no dia 23 de fevereiro, dom Luiz é nomeado Bispo Coadjutor da Arquidiocese de Vitória, o que fez com que a diocese de Cachoeiro entrasse pela segunda vez em vacância.

 

Pouco tempo depois, ainda em 2003, tomou posse o terceiro bispo de Cachoeiro, Dom Célio de Oliveira Goulart, no dia 06 de setembro.

 

Sob o pastoreio Dom Célio a diocese de Cachoeiro completou o seu Jubileu de Ouro (1958 – 2008), em um momento de muita festa e alegria por toda a diocese.

 

Pode-se dizer que a presença de Dom Célio, com seu jeito acolhedor e amigo, aproximando de si não só os Presbíteros, mas todos que o procuravam, reforçou a unidade e o compromisso de todos na transformação da humanidade e na construção de um mundo mais justo e fraterno.

 

Em maio de 2010, porém, o Papa Bento XVI nomeou dom Célio como novo bispo da diocese de São João Del Rei – MG, fazendo com que a diocese de Cachoeiro entrasse pela terceira vez em sua história em período de vacância.

 

Pouco mais de um ano separaram a diocese de Cachoeiro do seu quarto (e atual) bispo diocesano, dom Dario Campos, que tomou posse no dia 10 de julho de 2011, em Missa presidida por dom Luiz Mancilha Vilela, que entregou o governo da diocese a dom Dario sob os olhares de cerca de 10 mil fieis, que alegres recebiam de braços abertos o seu novo bispo.

 

Em seu discurso de posse, dom Dario externou a alegria de voltar às suas terras, uma vez que é natural do interior de Castelo, e deixou claro seu desejo de trabalhar junto às pastorais, e principalmente, às comunidades eclesiais de base.

 

Dom Dario deu seguimento ao trabalho pastoral trilhado pela diocese ao longo dos anos de existência e também conduz a diocese para novos rumos, especialmente com a realização de mais uma Assembleia Diocesana, neste ano de 2014, que será encerrada em novembro, e que apontará novos caminhos pastorais para a diocese de Cachoeiro de Itapemirim trilhar.

 

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