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Dom Dario Campos, ofm

Dom Dario Campos

Tomou posse na diocese de Cachoeiro de Itapemirim no dia 10 de julho de 2011, vindo da diocese de Leopoldina - MG.

 

Dom Dario Campos é natural de Castelo (ES). Nasceu em 9 de junho de 1948 e fez sua profissão religiosa em 10 de janeiro de 1975. A ordenação presbiteral ocorreu em dezembro de 1977 e a episcopal em 26 de setembro de 2000, quando foi designado para assumir a diocese de Leopoldina - MG.

 

O atual bispo de Cachoeiro de Itapemirim estudou filosofia e teologia no Instituto Filosófico-Teológico Franciscano de Petrópolis (RJ) e se especializou em filosofia e pedagogia na Faculdade Dom Bosco de São João del-Rei (MG).

 

Como bispo dom Dario já foi coadjutor de Araçuaí (MG) (2000 – 2001); e titular entre (2001 – 2004). Foi membro do Conselho Episcopal de Pastoral do Regional Leste 2 (Espírito Santo e Minas Gerais); responsável pelo Setor Vocações e Ministérios (2002 – 2006); e responsável pelos padres do Regional Leste 2 e Serviço de Animação Vocacional entre 2006 e 2010. Seu lema episcopal é “Nas tuas Mãos”.


Bispos Anteriores

Dom Luiz Gonzaga Peluso

(1959 – 1985)

Dom Luiz Gonzaga Peluso (1959 – 1985)

 

Foi o primeiro Bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES), tinha como lema: Ipse firmitas mea (Ele é a minha firmeza) e ficou a frente da Diocese por 26 anos (de 1959 a 1985).

 

Nasceu em Bragança Paulista (SP) em 1907 e foi ordenado sacerdote no dia 25 de outubro de 1931. Eleito para ser o Bispo da Diocese de Lorena (SP), permaneceu lá por 13 anos, até ser nomeado Bispo da recém formada Diocese de Cachoeiro.

 

Dom Luiz Peluso era, por natureza, retraído, conservador, mas simples. Viveu sempre muito modestamente, podendo ser definido como um Bispo virtuoso no estilo clássico. Fiel as normas da Igreja, fazia sempre questão de dizer isso ao clero. Andava com freqüência pelas ruas de cidade resolvendo negócios e conversando com as pessoas. Escreveu muitas poesias e redigia textos, de próprio punho, com muita facilidade.

 

Como Padre conciliar esteve presente nos quatro períodos do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962 a 1965), época em que havia na Diocese um profundo desejo de mudança pastoral. Enquanto pastor introduziu na Diocese as reformas conciliares, os círculos bíblicos, o vernáculo na Liturgia, a participação dos leigos na vida da Igreja, o diaconato permanente, a catequese em todos os níveis e a pastoral vocacional. Concordou com a fundação das primeiras CEB’s, apesar de não o agradarem muito, pois eram muito politizadas e questionadoras.

 

Pediu aos Padres que introduzissem nas Paróquias os Cursilhos de Cristandade, Cursos de Noivos, Grupo de Jovens, Movimento Familiar Cristão, Encontro Conjugal, Encontro de Casais com Cristo e Grupos de Oração, mantendo sempre a tradição e o equilíbrio pastoral, continuou apoiando as associações religiosas tradicionais (Legião de Maria, Apostolado de Oração, Liga Católica, Vicentinos, Filhas de Maria, Marianos e Cruzada Eucarística). Desse modo foi-se construindo, com a colaboração dos Padres e leigos, a organização pastoral e o rosto da Diocese.

 

Mesmo após renunciar o governo da Diocese, em 1985, Dom Luiz continuou residindo em Cachoeiro, numa casa que lhe havia sido doada por amigos. Faleceu em 1993 e está sepultado na Catedral de São Pedro, em Cachoeiro de Itapemirim.

Dom Luiz Mancilha Vilela

(1986 – 2002)

Dom Luiz Mancilha Vilela (1986 – 2002)

 

Assumiu como Bispo Diocesano em 1986, com o lema Pastor Gregem Pascet (O Pastor apresentará o Rebanho), e só deixou a Diocese em 2003 quando foi nomeado Arcebispo Coadjutor da Arquidiocese de Vitória (ES), ficando na Diocese por 17 anos.

 

Dom Luiz nasceu em Pouso Alto (MG) em 1942 e estudou filosofia no Instituto Sagrados Corações em Pindamonhangaba (SP). Foi ordenado sacerdote em 1968 em Belo Horizonte (MG), lá trabalhou em Paróquia, coordenou a Pastoral Vocacional, foi superior de Seminário e vice-providencial da sua congregação religiosa.

 

Eleito Bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, dom Luiz, em sua solicitude pastoral, desde o primeiro dia de seu pastoreio, colocou claramente o conteúdo programático de sua missão: evangelizar anunciando a Palavra de deus, dinamizar e organizar a pastoral sacramental e a Pastoral de Conjunto, sempre em sintonia com o Concílio Vaticano II e com as orientações da CNBB; incrementar as Pastorais Vocacionais, Familiar, Litúrgica, Catequética, da Juventude e da Saúde. Revelou-se depressa um bom administrador, empreendedor e muito dinâmico, determinado a alcançar os objetivos propostos.

 

Nos primeiros anos, Dom Luiz encontrou fiéis e clero um tanto divididos. De um lado, o trabalho renovador das CEB’s; de outro, os movimentos e associações religiosas com uma linha mais tradicional. Começou então um trabalho de esclarecimentos no meio do clero e dos leigos no sentido de que houvesse na Diocese pluralidade, liberdade e criatividade, mas na caridade e na unidade, tendo todos os mesmos objetivos: evangelizar. Os obstáculos foram, então, sendo transpostos.

 

Após conhecer melhor a realidade geográfica e pastoral da Diocese, dom Luiz apresentou o projeto de dividi-la em Regionais, com a intenção de facilitar o entrosamento dos Padres, o trabalho pastoral e a co-responsabilidade.

 

Investiu-se muito para aumentar o número de vocações sacerdotais e religiosas. A Pastoral Vocacional recebeu novo dinamismo, foram criados os seminários, a Escola Diaconal Santo Estevão e o Instituto Dom Luiz Gonzaga Peluso (para vocacionados ao diaconato permanente). Nos ministérios leigos, em vista do crescimento das CEB’s, surgiram novos ministérios: Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão, Testemunhas qualificadas do Matrimônio e Pregadores da Palavra de Deus nas celebrações Litúrgicas. A Igreja de Cachoeiro, em consonância com as demais do Estado, tornou-se toda ministerial, onde o Leigo assume sua cidadania batismal de servidor do povo de Deus.

 

No final de outubro de 2002, dom Luiz Mancilha Vilela é nomeado Arcebispo Coadjutor de Vitória.

Dom Célio de Oliveira Goular

(2003 – 2010)

Dom Célio de Oliveira Goular (2003 – 2010)

 

Em pouco menos de um ano a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim recebeu um novo Bispo.

 

No dia 06 de setembro de 2003, tomou posse Dom Célio de Oliveira Goulart, da ordem Franciscana.

 

Nascido em Piracema, MG, aos 14 de setembro de 1944, fez seus estudos primários em Itaúna. A partir de 1955, cursou o 1º e 2º graus no Seminário Seráfico Santo Antônio, em Santos Dumont (MG). Em 1963, em Daltro Filho (RS), ingressou no noviciado da Ordem dos Frades Menores, Provincia da Santa Cruz. Fez sua primeira Profissão Religiosa em fevereiro de 1964 e Profissão Perpétua em Fevereiro de 1968. Foi ordenado Presbítero em 12 de julho de 1969, em Itaúna (MG).

 

Foi nomeado Bispo de Leopoldina pelo Papa João Paulo II em 24 de junho de 1998, depois ordenado Bispo de Pirapora em 28 de agosto do mesmo ano.

 

Sua chegada na Diocese de Cachoeiro em 2003 foi uma grande festa, cheia de expectativas. Pode-se dizer que a presença de Dom Célio, com seu jeito acolhedor e amigo, aproximando de si não só os Presbíteros, mas todos que o procuravam, reforça a unidade e o compromisso de todos na transformação da humanidade e na construção de um mundo mais justo e fraterno. Dom Celio deixou a diocese de Cachoeiro em 2010, para assumir o pastoreio da diocese de São João Del Rei – MG.

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